O que significa ser um verdadeiro cristão?

Ser um verdadeiro cristão é muito diferente de fazer parte de um grupo, ou participar regularmente de alguma programação religiosa ou mesmo de assumir para si tal título. Ser um verdadeiro cristão vai muito além de realizar boas obras, por mais necessárias e grandiosas que as mesmas sejam. Cristãos verdadeiros são aqueles que foram beneficiados por aquilo que o próprio Deus definiu que é necessário acontecer na vida de uma pessoa para que esta possa ser considerada por Ele como sendo um verdadeiro cristão. Clique em cada um dos tópicos abaixo e considere o que Deus nos ensina sobre a condição humana, sobre as decorrentes implicações no relacionamento com nosso Criador, e sobre como tudo isso tem a ver com o fato de sermos ou não verdadeiros cristãos:  

Deus, o criador do universo, dono de tudo o que existe e suprema autoridade sobre todos os seres, também definiu os padrões morais para suas criaturas viverem. Tais padrões refletem a essência do caráter do próprio Deus. Somente em Deus temos o perfeito referencial daquilo que é certo ou errado. A Palavra de Deus chama isso de "Leis de Deus" e afirma expressamente que todos os seres humanos são transgressores dessas leis morais de Deus. Tais transgressões são chamadas por Deus de "Pecados" em Sua Palavra. Apesar das variações nas quantidades e consequências, todos nós já transgredimos e continuaremos a transgredir as leis de Deus. Aos olhos de Deus, não há nenhum ser humano que não seja um transgressor, ou um pecador:

"Como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer." (Romanos 3:10-12)

Pecadores são reprovados por Deus. Como transgressores da sua Lei, desobedientes à sua vontade e rebeldes às suas ordens, os homens estão impossibilitados de desfrutarem de um relacionamento de amor com esse Deus a quem continuamente ofendem por causa da sua compulsão incontrolável em transgredir e desobedecer a sua vontade. Tanto as menores expressões de egoísmo ou orgulho quanto as mais graves barbáries que os homens conseguem cometer tornam-se empecilhos intransponíveis ao relacionamento com esse Deus que conhece todas as coisas, mesmo as mais ocultas manifestações da maldade camufladas no nosso íntimo:

"Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus." (Romanos 3:23)
"Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração. E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas." (Hebreus 4:12-13)

Ao mesmo tempo que é o legislador, Deus é também o juiz a quem todo ser humano há de prestar contas oportunamente. Se essa condição de pecadores reprovados por Deus não for revertida durante o tempo de nossas vidas terrenas, ela se perpetuará para sempre. A isso a Palavra de Deus chama de "condenação" - a perpétua separação ou banimento da presença de Deus. Uma condição terrível, que todo ser humano deveria temer. A maior tragédia possível para qualquer pessoa na face da Terra.

"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo..." (Hebreus 9:27)
"E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras." (Apocalipse 20:11-12)

Além de afirmar categoricamente que todos os seres humanos são pecadores, igualmente condenáveis diante de Deus, incapazes de viver sem cometer pecados, a Palavra de Deus igualmente afirma que nenhum ser humano tem a capacidade de reverter sua condição diante de Deus. Não há esforços ou obras que anulem nossa pecaminosidade ou que demovam Deus de considerar-nos culpados e condenáveis diante Dele. O conceito comum que imagina que, sendo as boas obras ou os atos de obediência mais abundantes do que os pecados, haveria uma espécie de compensação que sensibilizaria Deus para "deixar para lá" nossas transgressões, é completamente falso conforme a Sua Palavra. Tal conceito rui, mesmo diante das leis humanas. Não há virtudes ou atos de bondade que podem ser usados para anular as transgressões das leis às quais estamos sujeitos.

"Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado." (Romanos 3:20)

Se a justiça de Deus ofuscasse o Seu amor, não haveria esperança para ninguém. Entretanto, Deus nos ama e por causa deste infinito amor Ele providenciou uma forma para alguém poder ser perdoado dos seus pecados. Esta providência divina não vem na forma de anistia. A justiça também é parte da essência de Deus, que não pode simplesmente "deixar para lá" as transgressões à Sua lei. Qualquer juiz que "deixar para lá" as transgressões cometidas por alguém precisa necessariamente ser considerado injusto. Leis desobedecidas demandam uma condenação de quem as desobedeceu! O que o amor de Deus viabilizou foi uma quitação da nossa dívida para com Ele. Quitação é muito diferente de anistia...

Mas como Deus providenciou esse meio que pode quitar a nossa dívida?

Ele próprio veio até nós, encarnando na forma humana de Jesus Cristo (o Deus-homem), para ser oportunamente condenado à morte na cruz, ressuscitando ao terceiro dia. A morde de Jesus Cristo, embora determinada por um tribunal humano de traidores que conspiraram contra sua vida, aconteceu em cumprimento ao propósito divino de usar aquele meio para levar Jesus a morrer na cruz e ser punido em nosso lugar pelos nossos pecados, em conformidade com seu plano eterno! 

O pagamento da dívida de toda a humanidade foi "provisionado" na Cruz. A liquidação efetiva do débito de algum indivíduo é concedida por Deus mediante a resposta de fé deste. Todo aquele que crer que na cruz Jesus quitou os seus próprios pecados, recebe de Deus o perdão dos mesmos e passa a desfrutar da "Vida Eterna", nome dado pela Palavra à imutável condição de ser aceito por Deus em um relacionamento que extrapola as fronteiras da morte física.

A esse perdão de pecados que viabiliza um relacionamento perpétuo com Deus a Palavra dá o nome de "Salvação". E assim como Jesus Cristo ressuscitou ao terceiro dia, demonstrando sua completa vitória, inclusive sobre a morte física, uma das decorrências mais nefastas do pecado que tanto assombra a humanidade, nós também podemos ter a certeza que Deus ressuscitará todo aquele que nele crer para uma vida eterna ao Seu lado.

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus." (João 3:16-18)
"Contudo foi da vontade do Senhor esmagá-lo e fazê-lo sofrer, e, embora o Senhor faça da vida dele uma oferta pela culpa, ele verá sua prole e prolongará seus dias, e a vontade do Senhor prosperará em sua mão. Depois do sofrimento de sua alma, ele verá a luz e ficará satisfeito; pelo seu conhecimento meu servo justo justificará a muitos, e levará a iniquidade deles." (Isaías 53:10-11)
"Assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas...Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou." (João 10:15 e 17-18)
"Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo." (João 6:51)
"Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: que todo aquele que vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último Dia." (João 6:40)

O próprio Jesus Cristo, Deus que se fez homem, afirmou claramente que não há salvação por outros meios. Apesar das incontáveis propostas religiosas de reconciliação com Deus que são apresentadas como caminhos viáveis, a verdade é que Deus nos informa que são todas falsas - incapazes de conseguir uma aproximação a Ele. Esse exclusivismo reivindicado por Jesus Cristo tem sido duramente criticado pelos proponentes e adeptos de outras alternativas. Entretanto, a exclusividade da verdade é inegável: propostas conflitantes não podem ser simultaneamente verdadeiras. Por isso, abraçar alternativas a Jesus Cristo significa necessariamente rejeitá-lo. Da mesma forma, confiar em Jesus Cristo como único e suficiente salvador implica necessariamente em rejeitar qualquer outra alternativa que venha ser apresentada à solução única, exclusiva e verdadeira de Deus para a condenação inerente à pecaminosidade humana. Lembre-se: é somente Deus quem define qual é o verdadeiro caminho para alguém poder se relacionar com Ele!  

"Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João 14:6)
"E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos." (Atos 4:12)

Quando alguém crê que Jesus Cristo morreu na cruz e foi punido em seu lugar com a justa sentença de Deus pelos pecados que cometeu, este recebe o perdão dos pecados. Esse perdão é definitivo e inesgotável. Ele quita os pecados passados, presentes e futuros. Isso não é uma licença para abusar da pecaminosidade, mas uma garantia de que a obra de Jesus Cristo é absolutamente eficaz, definitiva e irreversível na vida de todo aquele que Nele Crê.

"As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar." (João 10:27-29)
"Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia." (João 6:37-40)

Deus fará de você um verdadeiro cristão se você crer nesta boa notícia que Ele nos enviou: o evangelho que nos informa tudo isso que Jesus Cristo conquistou por nós na cruz. E para que você receba a salvação da condenação pelos seus pecados, é primeiro necessário reconhecer que você necessita de tal salvação. É necessário admitir que é um pecador, reconhecer que você está reprovado e afastado de Deus, sujeito à Sua condenação, e que você mesmo não pode fazer nada para mudar isso. Esta mudança de mentalidade em relação ao pecado a Palavra chama de "arrependimento". Assim que se arrepender e crer, você receberá o perdão dos seus pecados e será salvo por Deus, sendo transformado em um verdadeiro cristão!

"...Foi Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho de Deus, dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho" (Marcos 1:14-15)
"Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que faremos para realizar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado." (João 6:28-29)

Historicamente, muitos têm rejeitado a oferta de salvação vinda de Deus:
“E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele,” (João 12:37)

Assim, a primeira resposta possível é: "Rejeito a oferta de Deus. Não creio em Jesus Cristo".
Embora tal resposta contrarie o plano e o desejo de Deus, ela será acatada, e quem a tomar, enfrentará os desdobramentos de tal rejeição, permanecendo na reprovação e afastamento de Deus e sujeito à condenação anunciada a todos os incrédulos.

Uma segunda resposta possível é: "Aceito a oferta de Deus para a minha salvação. Creio em Jesus Cristo como meu único e suficiente salvador".
Esta é a decisão que Deus espera de todos nós. É a decisão que todo verdadeiro cristão já tomou na vida. Ela inaugura uma vida que será eterna ao lado de Deus. É o primeiro passo de uma jornada de crescimento neste relacionamento com Deus. Você precisará se aplicar à oração e ao conhecimento da Sua Palavra para conhecê-lo cada vez mais. Você precisará se relacionar com outras pessoas que têm a mesma fé que você - seus irmãos em Cristo - para que se ajudem mutuamente nessa jornada. Clique aqui e compartilhe conosco a sua decisão. Se estiver geograficamente distante de nós, poderemos ajudá-lo na identificação de uma igreja séria e fiel no ensino das Escrituras. Se estiver na nossa região, será um prazer recebê-lo em nosso meio para caminharmos juntos nessa nossa jornada!

Uma terceira resposta possível é: "Ainda preciso de algum tempo ou de algum esclarecimento".
Neste último caso, se quiser ser contatado por nós, clique aqui e envie-nos uma mensagem. Ficaremos muito felizes em lhe oferecer toda ajuda e esclarecimentos necessários para poder tomar a uma decisão consciente por Jesus Cristo!

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